Service Design · Continuous Discovery
Service Design para automação operacional
Mapear jornadas internas, identificar gargalos e desenhar soluções para reduzir retrabalho em uma operação complexa.
01
Contexto
Uma operação de atendimento com alto volume sustentava processos manuais e repetitivos. Cada novo cliente trazia regras próprias, ampliando o esforço operacional e o risco de inconsistência.
02
Problema
Retrabalho, baixa visibilidade ponta-a-ponta da jornada e perda de conhecimento entre áreas. O time precisava de uma leitura clara dos gargalos antes de qualquer decisão de automação.
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Minha atuação
Conduzi o trabalho de discovery e service design ao lado do time de operação, engenharia e produto, facilitando rituais de co-criação e priorização.
- Entrevistas com a operação
- Mapeamento de jornadas e Service Blueprint
- Identificação de gargalos e pain points
- Dinâmicas de CSD e HMW
- Priorização e ideação de soluções
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Processo
Estruturei a discovery em ciclos curtos: ouvir a operação, materializar o que foi ouvido em um blueprint, validar com o time e converter dores em oportunidades acionáveis.
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Descobertas
A maior parte do retrabalho não estava nas tarefas isoladas, mas na transição entre áreas. Onde o conhecimento dependia de uma única pessoa, o risco e o custo cresciam silenciosamente.
- Handoffs eram a principal origem de erros
- Conhecimento tácito travava escala
- Pequenas automações geravam mais impacto que grandes reformulações
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Solução
Recortei a jornada em frentes de automação priorizadas por impacto e esforço, com pequenas entregas incrementais e métricas de operação acompanhadas a cada release.
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Resultado
Redução consistente de retrabalho nos fluxos automatizados e ganho de previsibilidade para o time de operação, com base de evidências para evoluir o roadmap.
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Aprendizados
Service design não é só desenhar fluxos: é criar linguagem comum entre áreas. Quando operação, produto e tecnologia enxergam o mesmo serviço, a conversa de priorização muda de qualidade.